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sábado, 19 de maio de 2012

A Ação Social Vida Nova no extinto lixão de Itaóca, que ocorreu no dia 05 de maio de 2012, surgiu de uma série de reportagens "Os Sem Lixo" publicada no Jornal O São Gonçalo, levando diversas empresas e instituições firmarem parceria, entre elas O Jornal O São Gonçalo, Agenda 21 de São Gonçalo,Instituto Vida Saudável, Rotary Club São Gonçalo, Rotary Club São Gonçalo Paraíso, Fundação Leão XIII, Conlest, Setrerj, Fetranspor, Acesg, OAB São Gonçalo, Ampla, Rádio Aliança, Sefas, Rio Ita, Mauá, Crac, Mineirinho, entre outras.

                                    Elenice Baptista (Pres. do R.C.de São Gonçalo) e
                                                    Dra. Eliana Sidaco (voluntária)   
Kiko Charret (Jornal O São Gonçalo)
 Elenice Baptista (Pres. do R.C.S.G.)
e Sílvia Balthazar (Inst. Vida Saudável)
    

Visitando o extinto lixão de Itaoca para definir o local da Ação Social



sábado, 24 de março de 2012

I Encontro Rotário Especial da Área I e II

O Rotary Club São Gonçalo teve a iniciativa de proporcionar o I Encontro Rotário Especial 2012, das Avenidas de Serviços a Comunidade e Profissionais das Áreas I e II.
Contamos com a coordenação dos companheiros Carlos Augusto Ribeiro, Roberto Carlos Monteiro - GD 2003- 2004, João Carlos Carvalho - GA - Área I - Elça Batista Gonçalves - GA - Área II.

Realizado em 24 de março de 2012, das 08:30h às 13h, na ACESG - Associação Comercial Empresarial de São Gonçalo.

Comp. Elça Gonçalves GA - Área II e Comp. Leila
Comp. Elson Quintanilha
Comp. Josias Ávila
Comp. Ademir Corrêa
 
Governador Paulo Corerti
Comp. Leila Alves


quinta-feira, 22 de março de 2012

22 de março - Dia Mundial da Água


Dia 22 de março de 2012, estamos comemorando o Dia Mundial da Água. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), no dia 22 de março de 1992.

A partir daí, a data de 22 de março de cada ano, passou a ser destinada para as discussões frente os diversos temas envolvendo este importante recurso natural.

Muitas pessoas ainda devem se perguntar, porque a ONU se preocupa com a água se dois terços de nosso planeta Terra tem sua formação por água? A grande razão para tudo isso é a quantidade de água potável existente no planta, apenas aproximadamente 0,008% pode ser consumida.

Sem contar que grande parte das fontes desta água, como os rios, lagos e represas, estão contaminados, poluídos e degradados pela ação do homem, muitas vezes.

Temos que voltar nossas atenções para os recursos naturais, uma vez que em um futuro bem próximo, as pessoas poderão sofrer com a falta de água para o seu consumo. O objetivo do Dia Mundial da
Água é criar um momento de reflexão, conscientização e análise para que sejam elaboradas medidas práticas para a solução do problema.

Foi em 22 de março de 1992 que a ONU fez a divulgação da “Declaração Universal dos Direitos da Água”. O texto apresenta uma série de medidas, informações e sugestões para conscientizar ecologicamente a população e os governantes.

Não somente nesta data, mas em todos os dias, devemos praticar alguns atos que podem nos ajudar futuramente. Não podemos jogar lixo nos rios e lagos, devemos economizar a água em nosso dia a dia, reutilizar ela em algumas situações, entre tantas outras maneiras que podemos ajudar o meio ambiente.
Confira o texto da Declaração Universal dos Direitos da Água -

Art. 1º – A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
Art. 2º – A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.
Art. 3º – Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
Art. 4º – O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
Art. 5º – A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
Art. 6º – A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
Art. 7º – A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.
Art. 8º – A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.
Art. 9º – A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
Art. 10º – O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

terça-feira, 6 de março de 2012

Mensagem de Kalyan Banerjee para março de 2012

Queridos irmãos e irmãs em Rotary,

Na minha mensagem de julho citei um ditado de Mohandas K. Gandhi que diz: “Seja a mudança que você deseja ver no mundo”. Desde então, tenho tido oportunidades incríveis de viajar pelo mundo rotário e ver como os rotarianos estão pondo estas palavras em prática.

Para efetuar uma mudança positiva, utilizamos nosso conhecimento e recursos para resolver problemas. Porém, quando se trata de resolver problemas humanitários de uma maneira definitiva, os conhecimentos, ideias e recursos não são suficientes para garantir um bom resultado. Temos que nos lembrar de outra coisa muito importante: a sustentabilidade.

Uma solução sustentável é aquela que seguirá dando bons resultados mesmo depois que os rotarianos que propuseram e facilitaram o projeto se forem. Isso significa que, mesmo que o projeto tenha vindo do Rotary originalmente, a comunidade será responsável por ele. 

Quando a peça de uma bomba d’água se quebra, há um processo para consertá-la. Se capacitada, a comunidade se encarregará do procedimento para consertar a bomba sem buscar a ajuda do Rotary.

O primeiro passo em direção à sustentabilidade é determinar a necessidade. Um exemplo é o problema de gás de cozinha, comum em grande parte dos países em desenvolvimento. Em muitas regiões, os fornos solares são uma solução maravilhosa, pois são baratos, dependem de uma fonte de energia gratuita que não polui ou se esgota, e são simples de usar e de manter.

Porém, antes de entrarmos em uma comunidade e tentar resolver seus problemas de energia através de fornos solares, temos que compreender plenamente a situação e olhar além do problema. Talvez os alimentos locais precisem ser cozidos a uma temperatura mais alta do que o forno solar pode proporcionar, ou talvez vente muito na área, o que impedirá o uso de fornos solares. Pode ser que seja tradicional na região começar a cozinhar antes do amanhecer. Se não levarmos em consideração estes problemas, os painéis solares podem acabar sendo usados como material para reparar telhados ou manter seco o alimento de animais em vez de serem usados para cozinhar, que seria o objetivo original do projeto.

Se estivermos tentando trazer mudanças, não basta dizer: “Meu método é o melhor”. Temos que ouvir e observar – não apenas falar. Só podemos ajudar aos outros se estivermos com a mente aberta e tivermos o conhecimento, empenho e perseverança necessários para cumprir o que prometemos.

Kalyan Banerjee

sábado, 3 de março de 2012

Seresta no Abrigo Cristo Redentor

O companheiro Josias Ávila Junior, coordena uma seresta para os idosos no Abrigo Cristo Redentor. Toda última sexta-feira do mês, das 17 às 19horas. Um verdadeiro sucesso. 



Comp. Josias lendo poesia de Cimar residente do A.C.R.
 e Assueres Barbosa fazendo a apresentação dos músicos.

Os residentes do A.C.R. participando da seresta.


Residente do A.C.R., conhecido como
Carlos prata da casa"
Residente do A.C.R.,